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UPA enfrenta superlotação por demora do Estado em liberar vagas para pacientes de alta complexidade

A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) vem enfrentando dificuldades para atender a demanda crescente de pacientes devido à sobrecarga causada pela permanência de casos de alta complexidade que deveriam ser encaminhados pelo Estado para unidades hospitalares especializadas.

Segundo o vereador e presidente da Câmara Municipal, Remídio Kuntz, a situação tem comprometido diretamente a capacidade de atendimento da unidade, gerando inúmeras reclamações da população. De acordo com ele, a UPA acaba funcionando como um “depósito de pacientes”, aguardando a liberação de vagas hospitalares que são de responsabilidade do Estado.

Diante do cenário, Remídio sugeriu que vereadores e o prefeito realizem uma fiscalização presencial na unidade hospitalar – HOSPITAL REGIONAL-, para acompanhar de perto porque o Estado nao assume sua demanda.

O parlamentar destacou que a permanência prolongada de pacientes que necessitam de internação no Hospital Regional, impede a rotatividade dos leitos e compromete o atendimento de novos casos que chegam diariamente à UPA.

A situação evidencia um gargalo no sistema de regulação estadual, responsável pela disponibilização de vagas para procedimentos e atendimentos de maior complexidade. Enquanto aguardam transferência, pacientes seguem ocupando espaços destinados ao atendimento emergencial do município, aumentando a pressão sobre a estrutura da unidade e sobre os profissionais da saúde.

“Ou atende a demanda ou fecha as portas, já que não serve!” disse o vereador sobre o HOSPITAL REGIONAL.

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