A pré-candidatura do coronel Roveri à Câmara Federal começa a ganhar forma nos bastidores da política de Mato Grosso, com sinais claros de organização, articulação e planejamento estratégico.
Um dos principais movimentos foi a escolha do coordenador de campanha, Agnaldo Horácio, nome reconhecido no meio político estadual. Afastado das articulações recentes, ele retorna ao cenário atendendo a um convite direto de Roveri, motivado pelo que considera um projeto sólido e competitivo. Em sua trajetória, acumula experiência como assessor de lideranças influentes, como os ex-deputados federais Homero Pereira e Adilton Sachetti.
Nos bastidores, a escolha é vista como um indicativo do nível de profissionalização da campanha. Avaliações políticas apontam que a montagem de uma equipe experiente pode ser decisiva em disputas eleitorais, especialmente em cenários competitivos.
Paralelamente, Roveri intensifica agendas no interior do estado, ampliando sua base de apoio e mantendo diálogo com diferentes grupos partidários. Seu nome já desperta interesse de siglas relevantes, como União Brasil, Podemos e Republicanos, que acompanham de perto sua movimentação.
Por conta de sua condição como militar, a definição partidária deve ocorrer apenas durante o período das convenções, o que amplia sua margem de negociação neste momento.
Com discurso centrado na segurança pública e apelo junto a setores mais conservadores, Roveri se posiciona como um nome competitivo em um cenário eleitoral que tende à fragmentação. A antecipação na articulação e a presença de operadores experientes reforçam a percepção de que a pré-candidatura não é improvisada, mas parte de um projeto político estruturado.



