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Pivetta teve ex-secretário preso por tráfico internacional e agora quer ajuda de Lula na fronteira

O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) tem defendido uma presença maior do Governo Federal nos cerca de 900 quilômetros de fronteira de Mato Grosso com a Bolívia, afirmando que a União deveria assumir maior responsabilidade pelo combate à entrada de drogas e armas no Estado.

A cobrança acontece quatro anos após a prisão de Nilton Borges Borgato, ex-secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Governo de Mato Grosso. Borgato integrou o primeiro escalão estadual durante a gestão Mauro Mendes, quando Pivetta ocupava a vice-governadoria.

Preso pela Polícia Federal em 2022, durante a Operação Descobrimento, Borgato foi condenado neste ano a 8 anos e 8 meses de prisão por tráfico internacional de drogas, em um processo envolvendo a tentativa de envio de 685,19 kg de cocaína para Portugal em um jato executivo.

Posteriormente, a Justiça considerou o período em que ele permaneceu preso e submetido a medidas cautelares, alterando o regime para o semiaberto.

Agora governador e candidato à reeleição, Pivetta afirma que pretende cobrar do próximo presidente da República uma atuação mais efetiva da União na fronteira entre Mato Grosso e Bolívia.

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